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18/02/2018

Alerta sobre a saúde


Francisco  Bendl

Eu vinha passando mal à noite por uns cinco ou seis dias ao final de janeiro e início deste mês.
Muita pressão no peito, como se um colega paquiderme tivesse sentado no meu peito sem permissão!
Diante da possibilidade de, mais uma vez de madrugada, o mal-estar se apresentar, meus dois filhos, que moram na capital do RS, vieram me buscar na cidade onde resido e me levaram para a Emergência do hospital Ernesto Dornelles, onde em 2015 eu fizera uma cirurgia renal.
Sexta-feira, véspera de feriadão, pois 2 de fevereiro é a festa de Nossa Senhora dos Navegantes, portanto feriado, entrei na Emergência às 20:15h.
Diante do meu quadro clínico fui imediatamente levado à triagem para verificação da pressão arterial.
Media 19 X 5!
A bordo de uma cadeira de rodas compatível com o tamanho do paciente, uma réplica do A-380 de tantas rodas que possuía, levaram-me para radiografia de tórax;
Depois, exame de sangue;
Adiante, exame de urina;
Em seguida, um eletrocardiograma.
O meu Airbus sendo conduzido por um piloto e copiloto!!!
Então começou o martírio!
A médica plantonista não podia receitar qualquer medicamento porque precisava esperar pelos resultados dos exames, lógico e, o mais demorado, sangue, levaria três horas, no mínimo!
Eu não poderia sair da Emergência, onde havia várias cadeiras para pacientes que aguardavam pelos seus resultados também, aproximadamente vinte pessoas.
As mulheres eram a maioria.
Duas com muitas dores, e idade avançada;
Outra estava fora de si, sem saber onde se encontrava;
uma mulher jovem, bonita, corpo bem delineado, entre 35/38 anos, loura, se encolhia de dores no abdômen, dizendo a quem estivesse interessado que sentia o sofrimento há três dias, sem qualquer diminuição das dores nesse meio tempo.
No entanto, nos homens, via-se nitidamente quem buscasse a sua licença médica para aumentar os dias em casa!
Sorridentes, contando piadas, comigo incentivando a turma, claro, houve um momento que a enfermeira teve de pedir pelo silêncio, em face da altura das conversas!
Então, inevitavelmente, as análises que passei a fazer das pessoas, uma das minhas distrações, ainda mais quando à mercê de exames e frágeis pelas dores sofridas.
Sem querer apresentar um compêndio dos sentimentos de pacientes na Emergência de um hospital qualquer, a verdade é que o ser humano precisa antes de mais nada é de atenção!
Os cuidados recebidos, a gentileza no atendimento, o ar de preocupação exposto pelo corpo clínico com relação ao doente servem como impulso à cura, ainda mais quando o médico fecha a porta da saleta onde atende e passa a ouvir o paciente, e os motivos pelos quais os conduziram ao hospital.
O relato dos sintomas, dos problemas muitas vezes alheios às dores e sofrimentos - mas o simples prestar atenção do profissional pelo relato feito, atesto que é meio caminho andado para, depois com os remédios, a mulher ou homem saírem da Emergência livres de seus problemas físicos, como também uma injeção de ânimo para suas vidas mental e cotidiana para os próximos meses!
Minhas horas haviam passado, e eu aguardava ser chamado para ouvir o diagnóstico.
Três horas e meia depois, meia-noite alta, quase uma da manhã, a médica me chama junto com um dos meus filhos, e dispara:
- Temos de repetir o exame de sangue, agora com enzimas, de modo que eu perceba se durante a semana não sofreu pequenos infartos!
Não houve argumento da minha parte que ela cedesse, pois eu estava cansado, desesperado pela minha poltrona, fazer um lanche... nada, a médica parecia do Hezbollah, sem negociação!
Repeti o exame, mais o eletro, e tratei de me preparar física e psicologicamente para a espera de mais quatro horas, praticamente!
Comecei a caminhar pela Emergência, um longo corredor com salas laterais para exames e, às da frente, para os médicos.
No meio, uma sala com poltronas reclináveis para os pacientes à espera de leitos, que iriam baixar porque o estado que se encontravam requeria o hospital, e não o ambulatório.
Cansado, iniciei uma conversa com a enfermeira responsável pelos pacientes que ficariam internados, pois a intenção era uma das poltronas para eu me recostar.
Esperta, apenas com o olhar, a Rafaela me aponta uma das que estavam vazias, dando a entender que eu a aproveitasse antes de ser ocupada.
Não era o que eu precisava.
A poltrona era ótima mas, o pessoal, a maioria gemia de dor, alguns ainda roncavam(!), dois ou três imploravam por analgésicos para diminuir as dores!
Voltei à incursão pela Emergência, e onde eu encontrava alguém meio que trabalhando pela metade, lá eu começava a contar as minhas peripécias ao longo dos meus sessenta e oito anos de vida!
Perto das 6 horas, 10 dentro da Emergência, a mesma médica me chama e nos transmite o resultado, agora eu acompanhado do segundo filho, pois ambos ficaram ao meu lado ininterruptamente:
- Seu Chicão, exclamou com um semblante sério, o senhor tem problemas cardíacos, e graves. Válvulas comprometidas pela calcificação, o coração muito maior do que deveria, e a sua "fração de ejeção" muito lenta.
- Fração de ejeção?!, perguntei curioso.
- Sim, significa que o lado direito do seu coração não está funcionado a contento, então o cansaço, a lentidão no caminhar e a respiração ofegante.
Pressão em 19,6 X 5,8!!!
Às 7 horas saímos do hospital, quase 12 depois que dei entrada, mas com vários exames prontos para fazer o último deles, o tal do Ecocardiograma Unibidimensional com Doppler!
A sorte que este exame eu iria fazê-lo somente em dia útil, pois um serviço terceirizado dentro do próprio hospital, mas com marcação antecipada.
O resultado confirmou a baixa fração de ejeção, que dificulta o funcionamento do coração, pois quanto maior melhor, e não conforme se apresenta o meu, velho, cansado, quase arriado pelas batalhas enfrentadas ao longo da vida.
Descrevi essa jornada para alertar aos meus amigos e leitores deste blog extraordinário, que se cuidem!
Antes que tenham que enfrentar um calvário como o que estou enfrentando.
Melhor diminuir, antes disso, a quantidade do churrasco, da maionese, da macarronada, do refrigerante, daquilo tudo que é gostoso mas em excesso leva a gente a isso.
De fato, a saúde é muito preciosa, mais do que imaginamos, a ponto de haver um ditado que diz o seguinte:
Se queres valorizar a saúde, visita um hospital com suas emergências, UTIs, salas de operação, locais para exames os mais variados e exóticos;
Se queres dar valor à vida, volta e meia visita teus antepassados no cemitério;
Se queres compreender e enaltecer a liberdade, visita um presídio qualquer!
Um grande abraço a todos.
Muita saúde, por favor, e muita paz!


9 comentários:

  1. Moacir Pimentel19/02/2018 08:26

    Bendl,
    Um alerta nais do que necessário. Um sábio que conheço está sempre repetindo:"Não banalize seus prazeres para poder gozá-los sempre". Mas há vários outros ditados que não deveriam ser esquecidos: "nós somos nossas escolhas, mente sã em corpo são, somos o comemos". É tudo verdade. Todas as células do nosso corpo são criadas a partir daquilo que ingerimos. Além de nutrir nossos corpos, o alimento também afeta a qualidade de vida, nossa aparência, humor, peso, energia, processos mentais e bem-estar. Creio que a maioria das doenças crônicas pode ser drasticamente reduzida com melhores nutrição e estilo de vida. Exercício físico é fundamental e, é claro, alimentos saudáveis. Mas entramos em um supermercado e, com a desculpa de que não temos tempo para cozinhar, seguimos direto para o balcão dos congelados e levamos para casa produtos químicos, pesticidas, herbicidas, hormônios, fungicidas, sabores artificiais e aditivos usados para aumentar a vida útil dos alimentos processados. Fora o sal, o açúcar, e a gordura que matam. Os antigos diziam que a mesa tinha que ser o mais colorida e variada possível. Que nela tinham que rolar o branco do arroz, o preto do feijão, o verde das folhas e ervas, os vermelhos e laranjas e amarelos das frutas e legumes e grãos.Tudo fresco, saboroso, feito em casa, degustado com calma e sem culpa.Água? Sempre! Sobremesa? No fim de semana! Picanha? Duas vezes por mês. Dá trabalho? Com certeza. Mas resulta em pressões que variam de 10x6 a 12x8. Obrigado, um abraço e muitas
    SAÚDE e PAZ.


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  2. Francisco Bendl19/02/2018 09:02

    Pimentel, meu caro,

    Grato pelo comentário, pois me ajuda a divulgar os cuidados que devemos ter com a saúde, que não deve ser negligenciada, posta de lado, em nome de prazeres momentâneos, para depois nos arrependermos dos exageros cometidos.

    Boa esta tua lembrança sobre o sedentarismo, ou seja, a necessidade de exercícios físicos, paralelamente ao uso da mente, onde ambos devem estar equilibrados.

    Enfim, se o conforto, a tecnologia e a ciência contribuíram para o aumento da idade média do ser humano, a bem da verdade os alimentos tipo fast-food têm sido decisivos para os diagnósticos cardíacos, obesidade, e a diminuição dessa idade alcançada, como se houvesse um combate entre os sabores dos alimentos:
    os que mais apreciamos contra os mais saudáveis!

    Um forte abraço.
    Saúde e paz.

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  3. Olá Francisco Bendl,
    Muito, muito bom ver você aqui, de novo. Com dieta, com descanso e tudo mais.
    E soube que você também deu o ar da graça na TI. Escrevendo escondido?
    Esse seu alerta é importante. Pena que no geral a gente só comece a tomar consciência dessas coisas aborrecidas meio tarde. E aí tem que correr atrás. Dizem os fissurados que devemos consultar um geriatra a partir dos trinta! É preciso gostar muito!
    Tempos atrás, não muito, na espera de um oftalmologista, percebi que o Mano e eu estávamos indo sempre juntos aos médicos. Deu-me uma senhora angústia. Vi aquele quadro desesperador de dois velhinhos discutindo, pela manhã, o programa do dia: "então, onde vamos hoje? Qual médico?" E toca olhar catálogo de convênio.
    Dei um basta. Agora só vamos juntos em caso de extrema necessidade.
    Saúde sempre. O resto a gente arranja.
    Até muito mais.

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  4. Francisco Bendl19/02/2018 14:14

    Minha querida dissidente, Aninha,

    Ficar sem escrever por quase vinte dias me ocasionou a "síndrome de abstinência", então decidi voltar antes do recomendado.

    Tomo os remédios no horário, todos, sem distinção, a comida é insossa, logo, me alimento menos, e a pressão arterial volta a ser estabilizada, com dois seguidos medindo 13x6!!!

    Não fosse eu ter excesso de peso, que prejudicou em muito o coração pelos esforços para levar este corpanzil adiante, e eu seria extremamente saudável, pois não tenho colesterol, não sou diabético, e meus exames são bons, os pulmões limpos porque não fumo, e demais órgãos sem problemas porque não bebo, aliás, jamais bebi ou fumei, por questões absolutamente pessoais sendo, a principal o gosto de ambos e o bafo de onça deixado no vivente!

    E estou pronto para novos embates "lá', na toca da política, como aqui, neste oásis da cultura, da paz, do sossego mental e enaltecimento dos conhecimentos sobre arte e literatura, viagens e arquitetura.

    Portanto, aproveito este espaço extraordinário para, publicamente, te agradecer às mensagens enviadas enquanto eu estava em tratamento, os teus incentivos junto com o Mano para meu pronto restabelecimento, que me ajudaram sobremaneira a ultrapassar as dificuldades encontradas pelo caminho e que me fizeram pensar que o meu fim estava mais próximo do que eu imaginava!

    Logo, as amizades deveriam fazer parte das receitas médicas quanto às dosagens necessárias à recuperação do paciente, ou seja, quanto mais, melhor, mais rápido a cura, mais célere o doente pular da cama!

    Portanto, Aninha, se antes já éramos muito amigos, agora somos inseparáveis, pois este casal de mineiros conquistou o casal de gaúchos com a sua fidalguia, sua amizade sincera, seus desejos de que eu voltasse o quanto antes para este convívio inigualável.

    Enfim, segue o barco, e comigo mais disposto a remá-lo por um bom tempo, em busca de um porto alegre, animado, repleto de amizades, onde a gente passa bem e faz os amigos também felizes, que tem sido o Conversas do Mano este cais de paz, este atracadouro de calma, este píer que nos encontramos e nos divertimos com as leituras mais diversas postadas, todas, indistintamente, contribuindo para a nossa cultura e conhecimentos, além da companhia fabulosas de pessoas que tanto admiramos, respeitamos e queremos bem!

    Então esta terapia de participar do blog é importante, razão pela qual não podemos e não devemos dele nos afastar por muito tempo, em face de que a saúde é prejudicada, a mente se torna embotada e o ânimo decresce.

    Grato pela recepção, Aninha, pois eu estava com saudades de participar deste espaço cultural, deste grupo notável de mulheres e homens que desejam viver em harmonia uns com os outros, e sorvendo o conhecimento que nos oferecem a cada texto publicado, medicamentos contra a ignorância, o desconhecimento, a alienação!

    Um forte abraço, caloroso, fraterno.
    Muita saúde e paz, extensivo aos teus amados.
    Conta comigo, pelo menos por um bom tempo, ainda, minha colega dissidente.


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  5. Flávio José Bortolotto19/02/2018 17:02

    Prezado Autor Sr. FRANCISCO BENDL,

    Quando o senhor nos informou que estava baixando Emergência do Hospital ERNESTO DORNELLES Porto Alegre-RS, ficamos preocupados e elevamos nosso pensamento ao ETERNO, e à N. S. JESUS CRISTO, para
    que tudo lhe saísse bem.
    Ficamos contentes agora, porque depois dos Exames e Medicamentos, o senhor já está em casa dando sequência ao tratamento, e mesmo contrariando um pouco Ordens Médicas, já esteja escrevendo.
    E como o senhor escreve bem, cada vez melhor.
    Como bons Mecânicos que somos, podemos dizer que os exames apontaram carvão na cabeça dos cilindros e a Bomba Injetora com taxa de injeção um pouco baixa. Com os recursos da medicina atual se pode descarbonar a cabeça dos cilindros (descalcificar válvulas) e afinando o sangue e outros cuidados, aumentar bastante a taxa de injeção, ( fração de injeção).
    Seu Bom-Humor na descrição do ambiente geral da Emergência ajuda muito. Aparentemente, na Emergência, as Mulheres são mais Honestas que os Homens.
    Foi muito bom sinal que a Médica fez cara séria e retumbou: "Sr. CHICÃO, o senhor tem problemas cardíacos, e graves". Quando a coisa é grave mesmo os Médicos usam outra Linguagem. É ótimo sinal.

    Parabéns aos seus dois Filhos Homens que lhe acompanharam o tempo todo, um deles pelo menos é Médico, o que ajuda muito num Hospital.

    Abração.






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  6. Flávio José Bortolotto19/02/2018 21:17

    Retificando:
    Sr. BENDL, relendo me soou mal o "pelo menos" é Médico. Não sei se seus dois Filhos Homens são Médicos, mas um tenho certeza, e me expressei mal, pois assim parece que o filho que não teve Vocação Médica lhe é inferior. Nada disso, cada Um tem a sua Vocação. E são dois dignos Filhos de um grande Pai.
    Abração.

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  7. Francisco Bendl20/02/2018 08:44

    Meu caro mestre Bortolotto,

    Aproveito os teus dois comentários para respondê-los:
    Em princípio, muito obrigado pela recepção, amistosa, gentil, cortês.

    Apanhaste muito bem a forma como me conduzi ao hospital, levando comigo uma certa dose de humor, anexada às observações inevitáveis que eu iria fazer, pois parte de mim, da minha maneira de ser.

    Por outro lado, achei deveras interessante a comparação que fizeste como se fôssemos um automóvel - o que não deixa de ser verdade.

    Temos nossas peças desgastadas, o material vai sendo fadigado pelo uso e tempo, os entupimentos das veias e artérias é inevitável, o motor começa a fraquejar, a parte elétrica entra em pane, o carro perde a potência, e por aí vai.

    Hora de reforma ou de se comprar um novo veículo.
    Como não podemos nos dar este luxo de substituir o corpo por inteiro, a Medicina nos oferece a troca de alguns órgãos, que nos faz seguir adiante na idade e admirar este belo mundo que nos foi dado como berço.

    Entendi, perfeitamente, quando te dirigiste ao meu filho, aquele que é médico, e que não me acompanhava ao hospital, mestre Bortolotto!

    Os dois filhos que estiveram comigo porque o André estava lecionando na Universidade, logo não podia me levar ao hospital não são médicos, mas o do meio formado em Ciências Contábeis e o caçula em Administração de Empresas.

    Agora, disseste uma verdade quando escreveste "pelo menos", pois o primogênito sempre foi aquele filho estudioso, concentrado, que sempre tirava as melhores notas no colégio.
    Ao decidir por fazer Medicina, eu e a mãe dele exclamamos:
    - Pelo menos vai ser médico -, pois o guri tinha todas as condições de ser o que quisesse, e a sua segunda opção seria professor de Biologia!
    Hoje, formada há vinte anos (!), com Mestrado e fazendo Doutorado este ano, ainda busca espaços na profissão mediante aperfeiçoamentos e cursos, de modo a não ser ultrapassado pela ciência e tecnologia que a Medicina oferece diariamente.

    E todos nós, mestre Bortolotto, somos mesmo grandes pais.

    Olha que formar filhos hoje em dia em cursos universitários e com essas dificuldades só para pais abnegados, objetivados, que amam a esposa, filhos e a família, pois os colocam em primeiro lugar, muito antes de suas carreiras profissionais e sentimentos pessoais.

    Grato pela tua participação, mestre, mas estás nos devendo um artigo, onde a nossa amizade com o Mano, me autoriza eu te cobrar essa obra, que muito nos agradaria tê-a neste espaço cultural e calmo, de modo que pudéssemos ler um texto de um pessoa que prezo muito, inteligente, experiente, um verdadeiro sábio, pelo qual rendo minha admiração e respeito.

    Um forte abraço.
    Saúde, paz, e vida longa, mestre Bortolotto.

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  8. 1) Salve Chicão, primeiro andei de férias em Brasília, depois fui para Teresópolis duas vezes. Quando voltei o computador pifou e como não gosto de ir em Lan House, fiquei sem ler e escrever os textos e comentários.

    2) Só agora o computador melhora, terça-feira, 19:40, abraços efusivos !

    3)Torcendo pela sua saúde e pedindo ao Buda da Medicina o apoio necessário ao seu caso.

    4) Mano, só a partir de amanhã vou colocar em dia as Literaturas... obrigado sempre !

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  9. Francisco Bendl21/02/2018 08:16

    Meu amigo e professor Rocha,

    Grato pela recepção e pedidos ao Buda da Medicina pela minha recuperação.

    Espero que as férias tenham sido bem aproveitadas, e tenhas descansado.

    Precisamos mais do que nunca dos teus textos espirituais, em face do momento que vivemos no país, e que afetam a todos nós, por mais que tenhamos meio de nos defender.

    Nessas alturas, Rocha, somente confiando em milagres ou medidas divinas, portanto, quem sabe Buda não nos atende nesse carma que pagamos e que já deve estar muito mais caro do que deveríamos saldar?

    Um forte abraço.
    Saúde e paz.

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