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12/07/2017

Harém ... Literárias e Filosóficas...

Giulio Rosati - A Dança do Harém

  
Antonio Rocha


Adoro elas
Não vivo sem elas
As Literaturas e as Filosofias
Na infância foram as
Espíritas e Umbandistas
Na adolescência
As Herméticas e as Esotéricas
Na juventude
As Budistas com as quais casei
Um Amor que vem de
Vidas anteriores e
Permanecerão ad infinitum
Depois foram as
Presbiterianas e Protestantes
Hoje as Católicas, Ortodoxas
Anglicanas e Mórmons,
Quackeres
Ocidentais e Orientais
Teólogas, Teosóficas, Antroposóficas
Amanhã as de
Outros planetas
Anjas, Arcanjas, Querubinhas
Leio-as maravilhado
Agrado-me com suas curvas
Nas páginas da Vida.
Amo-as
Indefinidamente, infinitamente.
Ainda bem...
Que a minha mulher entende !




8 comentários:

  1. Francisco Bendl12/07/2017 15:13

    Caro Rocha,

    Que homem já não sonhou em ter o seu harém?!

    Mulheres belíssimas, louras, morenas, ruivas, negras, pardas, orientais, índias ...

    Mulheres especializadas em beijos, cafunés, carinhos, sexo, em massagear os pés, massagem pelo corpo, em nos dar banho ... um devaneio e tanto!

    Mas, tem o outro lado, de se prender em ambientes luxuosos as mulheres cerceando-lhes a liberdade, o direito de escolherem seus amores, de terem as suas vidas, seus filhos com quem desejarem, de serem felizes da maneira que decidirem.

    Obter favores sexuais dessa forma, à base de prisão, mesmo com pompa e circunstância, certamente retira o principal componente de uma relação entre homem e mulher, o amor, o sentimento mútuo e recíproco.

    Os xeiques, assim como Henrique VIII, não titubeavam em matar as suas esposas quando essas os desagradavam, os enfrentavam, ocasionado que as mulheres tinham uma existência caracterizada pelo terror, medo, acuadas em quatro paredes.

    Ainda bem que esse sistema mudou, esse método altamente condenável, de se ter prisioneiras à satisfação masculina, independente das humilhações e submissões que essas mulheres eram obrigadas a viver.

    E, depois, vamos e venhamos, mas só temos um órgão sexual, portanto, podemos nos relacionar com uma mulher e não várias ao mesmo tempo, que roubaria o envolvimento, a ternura, o carinho, substituídos pelo bacanal, pela luxúria, que não contemplam a felicidade, mas tão somente emoções e sensações que desaparecem em seguida, uma vez satisfeitas.

    E, olha que tem homens, Rocha, que mantém relacionamentos com várias mulheres ao mesmo tempo, claro, cada uma em sua casa, mas até que ponto esse cara faz as suas companheiras felizes e ele também se torna realizado??!!

    Um grande abraço.
    Aliás, o que pensa o budismo sobre esse tipo de relação, entre um homem e várias mulheres, Rocha?
    Consente, admite, ou rejeita, repudia?
    Saúde e paz.

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    Respostas
    1. 1) Oi Bendl, eu falei de livros e não de mulheres, mas tem o jogo do duplo sentido...

      2)O Budismo, ao longo dos séculos conviveu bem com países onde impera a poligamia e monogamia.

      3)Buda lembrava que nossas atitudes não podem magoar, ferir ninguém. Portanto, fica a critério de cada um, sabendo que ações estão sempre gerando carma negativo e/ou positivo.

      4)

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    2. Francisco Bendl13/07/2017 09:23

      Rocha,

      Tá vendo como este teu amigo é burro?
      E o cara ainda tem a pretensão de escrever!!!

      Bom, se eu entendi errado o teu texto, pelo qual humildemente me desculpo, do que adiantaria este mundo se não fossem as mulheres nosso maior objetivo?

      Conforme disse um ministro recentemente, às favas com os livros e filosofia, se a felicidade do homem se encontra nos braços da sua amada, no colo da sua apaixonada, na satisfação que somente ela consegue contemplá-lo.

      E depois, sim, depois podem vir os livros, a música, a filosofia, os contos, as narrativas ... mas, as mulheres, estas vêm antes até de nós mesmos!

      Outro abraço.
      Muita saúde para suportares esse imbecil, e paz para não me mandares para o inferno!

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  2. Moacir Pimentel12/07/2017 17:55

    Antonio,
    Você disse tudo: ainda bem que a sua senhora entende. Porque pela estrada afora ninguém se basta. Mesmo quem vive com a cabeça às voltas com os livros e mais alguma coisa que não se sabe bem o que é mas que a alma funda, sempre na falta, entende. Também muito aprecio as minhas leituras mas às vezes , como a Cecília, acho que o mundo já foi muito pensado e que a gente aprecia as filosofias porque quanto mais estranhas são menos estranhos elas nos fazem sentir que somos (rsrs) Hoje prefiro pensar em como o universo de vez em quando consegue unir as pontas soltas, em como as coisas às vezes dão tão certo e rolam e se desenrolam e como é bom ter com quem somar e dividir o "caminho do meio" e como tudo passa mas a gente vai ficando e caminhando juntos, meio tortos, mas tudo bem, talvez não o bem que a gente queira, mas bem de todo modo. É nessas horas que tenho inveja boa de você pois quero agradecer pela minha metade e não sei a quem.
    Abraço

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  3. 1)Oi Pimentel, eu fiz um jogo de palavras, a terceira linha explica tudo: Literaturas e Filosofias. Claro, implícito o duplo sentido... faz parte da poesia ...

    2) Falei de livros... feminino de livro é obra literária, obra filosófica, obra econômica, obra histórica etc...

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  4. Olá Antonio,
    Muito interessante a sua biografia espiritual e a maneira de conta-la. Bom que a sua mulher entende.
    As minhas paixões extra-classe não são assim tão elevadas e filosóficas, são mais viscerais. Sou apaixonada por pés e mãos, aquarelas e esboços, a voz e a risada do locutor da CBN, vocês e seus escritos, formas e cores. E crianças, lógico. Jogadores de vôlei também. Uma ou outra repórter, como a Sadi, por exemplo. E o Sardenberg. Sem esquecer a cerveja. Sou muito apaixonada.
    Ainda bem que o meu marido entende.
    Até mais.

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    Respostas
    1. 1)Amigo Chicão, vc é genial; isso é próprio da poesia, às vezes confundir algumas pessoas...

      2)Todo mundo se engana !

      3)Abraços !

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  5. 1) Oi Ana, gostei do item "biografia espiritual"... é isso mesmo ... vc me entendeu ...

    2)Abraços de bom fim de semana !

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