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12/06/2017

Las Ramblas de Barcelona

fotografia Moacir Pimentel


Moacir Pimentel
Começo a conversa pelo mais novo cartão postal da cidade, a Torre Agbar, que abriga a Empresa de Água de Barcelona, um projeto dos arquitetos Jean Nouvel e Fermín Vázquez, uma estrutura impressionante construída com concreto armado mas coberta por uma fachada de vidro e mais de quatro mil e quinhentas janelas recortadas no concreto estrutural.
A construção foi fortemente influenciada por dois dos símbolos mais representativos da cultura catalã. Inspirada pelo trabalho do arquiteto espanhol Antoni Gaudí, sua forma faz referência aos campanários da Basílica da Sagrada Família, e também aos pináculos da montanha de Montserrat, de grande importância para a Catalunha.
O edifício promove a união de dois opostos: a leveza do vidro que cobre o edifício e o peso da maciça estrutura de concreto. Isto não é uma torre nem um arranha-céu, mas uma forma emergente, levantando-se no meio de uma cidade diferentemente das finas torres que perfuram o horizonte de tantas outras. Trata-se de uma massa fluida que explode através da terra como um geiser sob a pressão constante, calculada.
A superfície do edifício evoca a água: lisa e contínua, brilhante e transparente, seus materiais revelam-se em tons matizados de cor e luz. É a arquitetura da terra sem o peso da pedra, como um eco distante de antigas obsessões catalãs e do misterioso vento de Montserrat. As ambiguidades da matéria e da luz fazem a Torre de Agbar se destacar dia e noite contra o horizonte de Barcelona como uma miragem distante.
Ela está localizada entre a Avenida Diagonal e Badajoz, perto da Praça de Glories Catalanes que serve de porta de entrada para o novo distrito tecnológico da cidade e marcou um novo trecho da Avenida Diagonal que, me parece, não vai ter fim.
Por lá, depois da Torre, já inauguraram por exemplo o Edfici Fórum de espetacular design na forma de um triângulo gigante que parece flutuar no ar rodeado por um parque de quatorze hectares ajardinados. O edifício abriga o Museu Blau, azul em catalão, com seus nove mil metros quadrados de espaço de exposição.
Exatamente como foi feito quando dos Jogos Olímpicos de 1992, a municipalidade vai criando oportunidades para transformar partes decadentes de Barcelona em modernos centros de entretenimento que impulsionam o desenvolvimento de um novo bairro, conhecido como Diagonal Mar, no litoral norte. E em apenas dez anos vários hotéis, complexos residenciais e escritórios modernos foram erguidos nesse canto desolado de Barcelona, integrando o antigo bairro industrial abandonado ao tecido urbano da cidade.
É impossível não se render aos encantos de Barcelona- e não só os arquitetônicos - onde a vida borbulha nos estreitos becos da cidade velha, nas largas e elegantes avenidas de seus bairros modernos, no porto e nas colinas à sua volta.
Por Dona História afora, essa orgulhosa cidade já foi uma colônia romana, uma potência marítima do século XIV, um dínamo da Idade Industrial e um cartaz de propaganda para o modernismo urbano. Hoje, ela pavimenta e reúne todos esses elementos em uma cultura única. Mas por lá é aconselhável sacudir para o alto os livros de história e simplesmente perambular pela cidade aproveitando a vida.
Barcelona é a capital da região espanhola da Catalunha – o Nordeste da Espanha - cujos habitantes se orgulham de sua língua diferente e falam em se tornarem independentes da Espanha. O certo é que a cada visita se ouve mais catalão - uma língua falada por menos de dez milhões de pessoas em um mundo agressivo e global - e menos espanhol. É claro que eles falam catalão: eles são catalães.
A icônica praça principal da cidade, a Plaça de Catalunya, fica no centro da cidade, dividindo a sua parte mais antiga da mais nova. Abaixo da praça mora a Cidade Velha, com o bulevar chamado Las Ramblas correndo por ela até o mar. Essa avenida Champs-Élysées catalã já foi a quintessência de Barcelona mas, com o incremento do turismo, o seu encanto parece estar esvanecendo. Os velhos lendo seus jornais, as mães empurrando os carrinhos de seus bebês, os mercados de pássaros e flores a céu aberto e as lojinhas pitorescas estão agora sendo substituídos devagarinho por coisas grifadas ou bregas.
Todavia, um passeio por sua via de pedestres ainda é uma sobrecarga sensorial. Esta grande avenida que significa “rio” em árabe, é realmente uma corrente interminável de pessoas e ações que nos leva da mais elegante praça da cidade até o áspero Port Vell e nele ao Monumento de Cristovão Colombo, em meia hora de caminhada.
A famosa artéria ainda tem bela arquitetura, lindas fachadas, muitos cafés - como o Café l’Opera e a Pastelaria - e ainda é um lugar interessante para uma boa caminhada com paradas básicas para, por exemplo, um suco, um café ou um almoço no incrível e animado Mercat de Sant Josep de La Boquería – um dos meus lugares favoritos no vasto mundo - para se abastecer dos deliciosos jamón ibérico e queijos das serras perfeitos para fazer pic-nics pelos jardins da cidade! Como eu adoro jamón, queijo, pão e vinho, poderia viver feliz da vida sem variar essa ementa. Mas a Boquería vai ser outra conversa.
Como em qualquer outra avenida importante e movimentada em qualquer outra grande cidade, nas Ramblas não há escassez de armadilhas para tolos mas nada que nos impeça de passear por suas largas calçadas tranquilamente, inclusive à noite, para tapear antes e depois do flamenco e curtir suas muitas facetas. 
fotografias Moacir Pimentel
Nas Ramblas segue-se o rio da vida de Barcelona passando por restaurantes elegantes, chocolaterias - a Espanha é uma das terras do chocolate - hotéis, casas de flamenco, prostitutas, artistas fazendo mímica e pintando quadros, marionetes, quiosques de flores e jornais, música ao vivo e é claro, batedores de carteiras.
Mas a popularidade das Ramblas continua em alta e tanto os nativos quanto os estrangeiros consideram-na como a rua mais emblemática da cidade. Os edifícios que se alinham ao longo passeio são igualmente conhecidos, como, por exemplo, o Gran Teatre del Liceu, uma das primeiras óperas do mundo, a estação de metrô do Liceu, que ainda conserva o antigo monograma do Gran Metropolitano de Barcelona, a antiga empresa de transporte subterrâneo da cidade, cuja primeira linha foi inaugurada em 1924.
Mas, em comparação com o centro histórico da cidade, Las Ramblas são muito modernas. É difícil imaginar que essa avenida tenha sido até o século XVIII pouco mais que uma viela habitada por conventos e próxima às muralhas da cidade. Foi em 1704 que as primeiras casas surgiram e as pioneiras árvores foram plantadas. No final do século XVIII ela foi transformada em um passeio e tornou-se um local popular atraindo moradores remediados quase que imediatamente. No século XIX as famílias ricas decidiram que a área já tinha se tornado suficientemente chique e começaram a construir seus palácios ao longo do passeio.
fotografias Moacir Pimentel

Hoje essa avenida arborizada sitiada por turistas e esnobada por apressados nativos, flanqueada pela mistura de franquias modernas em edifícios antigos e únicos, ainda é palco para alguma arte ao ar livre e para a maior quantidade de estátuas vivas por metro quadrado que já vi na minha vida.
É preciso esclarecer que La Rambla não é mais uma mas cinco Ramblas, porque a avenida foi dividida em cinco trechos. Las Ramblas de Canaletes, dels Estudis, de les Flors, dels Caputxins e de Santa Mónica, fato que ajuda os visitantes a ter uma melhor compreensão da via.
Como parte da reestruturação urbana provocada pelos Jogos Olímpicos de 1992, a cidade redesenhou a área do porto em torno do monumento de Colombo. A Rambla foi encompridada, e sua mais nova e moderna extensão, conhecida como La Rambla del Mar, leva ao porto, ao belo Aquário de Barcelona e ao centro comercial Maremagnum. 
fotografias Moacir Pimentel

A leste das Ramblas mora o bairro gótico de Barcelona, o Barri Gòtic, cujo umbigo é a colossal catedral do século XIV. As ruas estreitas que cercam a catedral são um labirinto convidativo devido às fachadas Art Nouveau, o mercado das pulgas do bairro às quintas-feiras, as varandas de ferro batido em arabescos mouriscos, as lojinhas de quinquilharias, os antiquários e os músicos e cantores de canções populares da Catalunha.
O Barri Gòtic foi o lar de um adolescente Pablo Picasso. Foi em Barcelona, na década de 1890, que Picasso descobriu as suas visão e vocação artísticas que o empurram para Paris e a fama.
Um pouco além do Barri Gòtic, no bairro boêmio-chic chamado El Born e/ou La Ribera, em meio a lojas funky, brechós cabeça, cafés e bares de luxo servindo tapas artísticas metidas a besta mora um dos melhores museus de Barcelona, o Museu Picasso, que é, de longe, a mais completa coleção da obra do artista na Espanha. Vendo os trabalhos de Picasso em ordem cronológica a partir de sua arte juvenil e realista se pode apreciar melhor a genialidade de sua arte mais tardia e mais abstrata.
Nas imediações vale ver os dois MUHBA – Museu d’Història de Barcelona - da Plaça del Rei e do Templo de Augusto. Percorrer o subsolo da praça é viajar pelas antigas ruas de Barcino, a Barcelona da época romana, antes de mergulhar nas edificações medievais circundantes. Sem esquecer, é claro, o Palácio do Governo, as lojas de artesanato tradicional e as estranhamente belas máscaras de carnaval, a igreja gótica de Santa Maria del Mar, os muitos vitrais ao lado de arte moderna no MACBA, o Museu de Arte Contemporânea de Barcelona.
Nem o Palau de La Música Catalana desenhado pelo arquiteto Lluís Domènech i Montaner que é uma da jóias do bairro. Essa sala que promove quase quatrocentos concertos ao ano, com capacidade para cerca de duas mil pessoas, é o único auditório da Europa que é iluminado durante o dia por luz natural pois suas paredes, de ambos os lados, são vitrais entre arcos magníficos e o teto é uma enorme clarabóia cuja peça central é uma cúpula invertida em tons de ouro rodeado por azul que sugere o sol e o céu.
A decoração da sala de concertos tem a música como tema dominante e é uma obra-prima da criatividade e imaginação, mas nela tudo foi cuidadosamente pensado e posicionado conforme a sua utilidade na apresentação da música. É notável o arco esculpido sobre o palco que representa as valquírias da ópera de Wagner e as coloridas musas da mitologia grega na parte de trás da ribalta.
Fotografar é uma atividade terminantemente proibida no interior do Palau – exceto no café-bar - mas quem quiser, poderá ser apresentado a um dos tesouros arquitetônicos da Espanha, no vídeo abaixo.
É tão belo o modernismo criado por Lluís Domènech, um dos principais rivais de Antoni Gaudí nesse Palau, que acharam por bem guardá-lo dentro de uma caixa de vidro espelhado.
Lamentável. 
fotografias Moacir Pimentel
Diferentemente da colorida e brincalhona arquitetura do resto da cidade, o bairro mais histórico de Barcelona oferece a quem o visita uma ambiência mais sombria nas suas fileiras de varandas simétricas de pedra e ferro fundido pontuadas com detalhes fantásticos: janelas pontiagudas, colunas, balcões, torres, lanternas penduradas e relevos esculpidos.
Sempre passando por baixo de arcos vale a pena visitar a Plaça de la Sagrada Familia, geralmente cheia de gente, não importa a hora do dia. No entanto a melhor hora para se visitar essa esquina de Barcelona é no final das tardes preguiçosas de verão durante o pôr do sol. É quando as luzes na praça piscam e a imagem da catedral é refletida no espelho do lago da praça.
A cidade gótica possui muitas pequenas praças interessantes em meio a seu labirinto de sinuosas vielas e de becos sem saída. Por exemplo, a Plaça Sant Just, perto da rua Dagueria, é descendente do que foi outrora um antigo cemitério e ainda hoje não abre mão do seu ar romântico se bem que depressivo. A Plaça del Pi, localizada junto à rua e a igreja com o mesmo nome, é uma dos mais pitorescas do bairro e, ao virar a esquina, nos deparamos com a Plaça Josep Oriol, que se transforma em uma feira de artesanato nos fins de semana.
Certamente há praças maiores e talvez de maior importância urbana dentro da cidade, tal como as Plaças Francesc Maciá e a de Espanya onde, da cobertura do Shopping Arenas - a antiga arena de touros de Barcelona – se desfruta de uma bela vista dos telhados e horizontes da cidade. Todos esses lugares desempenharam um papel importante na história local, mas devido às suas localizações perderam muito do seu charme.
De todos os bairros de Barcelona, Gracià definitivamente tem o maior número de praças e jardins e cada um tem uma história para contar. A Plaça del Diamant é famosa porque emprestou o seu nome a um dos romances mais aclamados internacionalmente na história literária da Catalunha, da lavra de Mercé Rodoreda. A Plaça del Sol é o local do festival anual do bairro, bem como o epicentro da vida noturna da área. A Plaça Rius i Taulet abriga a prefeitura e uma torre de relógio muito simbólica.
Quando o tempo fica quente e ensolarado, os nativos e os gringos e a juventude se reúnem nessas praças – dia, noite e madrugada - para o desgosto de quem vive nas imediações. No entanto, Gracià simplesmente não seria a mesma sem esta atmosfera popular festiva que sempre a caracterizou.
O costume local de sair para um café, ou um lanche à base de tapas e vinho, resultou em centenas de esplanadas, os terraços ao ar livre. Muitos bares e restaurantes têm mesas e assentos do lado de fora, mesmo nos meses de inverno, graças ao clima ameno de Barcelona. Alguns destes cafés ganharam uma reputação quase mítica, como é o caso do Café Zurique, localizado na Plaça Catalunya.
Um espírito criativo é parte do fluxo e refluxo da vida diária de Barcelona. O artista moderno Joan Miró que nasceu e viveu no Barri Gòtic é prova disso. Seus desenhos são encontrados em toda a cidade: nos muros, nos postais, nos celulares e até na logomarca do banco La Caixa. Os fãs do seu estilo infantil sobem pelas escadas rolantes ou pelo teleférico até o Parc de Montjuïc, para dar uma olhada na Fundació Joan Miró, uma vitrine para sua arte. 
fotografia Moacir Pimentel

Mas o que Montjuïc tem de melhor é a linda e longa vista da cidade que oferece de graça aos visitantes do Museu Nacional de Arte da Catalunya - ou apenas MNAC - que abriga importantes obras de arte.
Uma vez na colina de Montjuïc há que visitar o velho castelo que hoje é um museu militar, o Poble Espanyol - uma Espanha em miniatura - e o complexo esportivo que sediou as Olimpíadas de 1992. Lá moram um museu olímpico, a Vila e a pira olímpicas e o estádio. Os funiculares para a colina de Montjuïc e dela para o Porto não são apenas meios de transporte, mas passeios em si, pois a vista de Barcelona que se tem lá de cima é panorâmica.
fotografias Moacir Pimentel




Mas Barcelona não é só as Ramblas e a Cidade Velha, e na próxima conversa vamos mostrar outros lugares.



16 comentários:

  1. Mônica Silva12/06/2017 09:24

    Tenho vergonha de dizer que não sei quase nada sobre Barcelona, Moacir. Amei as fotos! Lendo suas descrições é como se estivesse lá passeando pelas ruas. Obrigada pela viagem!

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    1. Moacir Pimentel13/06/2017 07:49

      Mônica,
      Grato pelo comentário mas ter vergonha de não conhecer Barcelona ou qualquer outro lugar do mundo é uma grande bobice! Bom mesmo é desembarcar em uma cidade desconhecida, esquecer o GPS e simplesmente flanar sem rumo pelas suas ruas. E perder-se. Porque é nas quebradas de caminhos incertos que por acaso a gente termina encontrando um barzinho de tapas legítimo, uma galeria de arte maneira, o beco mais bonito do mundo , a arcada medieval mais que perfeita e um restaurantezinho onde os turistas não chegam. E se você se cansar da perambulagem ou tomar cava demais que tal pedir informações a seres humanos? É só perguntar à tchurma nativa da mesa ao lado qual é a estação de metrô mais próxima. (rsrs)
      Abração

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  2. carlos azevedo12/06/2017 11:02

    Parabéns. Um post fantástico pelas informações e fotos.

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    1. Moacir Pimentel13/06/2017 07:52

      Carlos,
      Obrigado pela leitura e pelo elogio ao artigo que tenta sim - talvez um tanto além da conta - ser informativo.(rsrs)

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  3. Flávia de Barros12/06/2017 12:52

    Moacir,

    Estou encantada com o seu belo artigo pois você não tem ideia das recordações que me trouxe. Barcelona é uma das cidades que mais amo no mundo. O meu hotel ficava na Rambla entre o centro histórico e o porto moderno tanto que fui caminhando na maioria das atrações turísticas descritas por você. Exceto Montjuic que não deu tempo, que pena. O Museu de Picasso é tudo de bom e o Palácio da Música maravilhoso. Vou ler e olhar as fotos muitas vezes para matar as saudades enquanto espero o próximo artigo.


    Um grande abraço.

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    1. Moacir Pimentel13/06/2017 08:01

      Flávia,
      Fico muito feliz que o post tenha lhe trazido boas recordações. Quanto a Montjuïc é realmente uma pena que você não tenha subido a colina. Mesmo para quem não é devoto do Miró, o edifício, o complexo olímpico, as longas vistas e o astral valem a visita para não falar do MNAC – o Museu de Arte da Catalunha – que, para quem se interessa por arte românica e gótica, é um dos melhores do mundo. Quanto ao Museu Picasso – do qual sou fã de carteirinha - apesar de não ser dono das mais conhecidas telas do artista talvez melhor que qualquer outro espaço nos explique o conjunto da obra. Mas o melhor de Barcelona está a céu aberto...
      Obrigado pelas boas palavras e por favor continue lendo e outro abraço

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  4. Márcio P. Rocha12/06/2017 16:35

    Muito bom. Um post de respeito e muito esclarecedor. Acabo de descobrir por onde andei na cidade entre as rodas de tapas, rs.

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    1. Moacir Pimentel13/06/2017 08:05

      Márcio,
      Concordo que o verbo a se conjugar naquelas paragens é mesmo "tapear" mas desconfio que essa “franquia” de Barcelona terminará por agitar seu apetite. Quanto a não saber por onde andou entre as tapas que tal deixar de lado os "apps" e usar de vez em quando um mapa vintage? (rsrs)

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  5. 1)Viva Moacir,descrição pormenarizada de belezas e alegrias catalãs.

    2)Viva Barcelona. Viva a Espanha. Torço para que permaneçam juntas em um só país.

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    1. Moacir Pimentel13/06/2017 08:10

      Antonio,
      E “Visca Catalunya!”
      Mas tomara a que essa onda separatista não chegue às vias de fato até porque sem o grande Barça a Champions League não será mais a mesma (rsrs)
      Abração

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  6. Flávio José Bortolotto12/06/2017 19:11

    Muito Obrigado Sr. MOACIR PIMENTEL, por compartilhar conosco de suas viagens e imensa Cultura, principalmente Artística. Suas fotografias complementam espetacularmente os Escritos. Abrs.

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    1. Moacir Pimentel13/06/2017 08:14

      Sr. Flávio José Bortolotto,
      É sempre uma honra merecer um dos seus gentis comentários e fico muito satisfeito de saber que continua "conversando" e viajando conosco.
      Muito obrigado e um abraço

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  7. Alexandre Sampaio12/06/2017 21:21

    Pimentel,
    Um belo e proteico post que deixa qualquer um com vontade de conhecer Barcelona. Nota dez!

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    1. Moacir Pimentel13/06/2017 08:17

      Sampaio,
      Se a leitura lhe fez desejar conhecer Barcelona então o post já terá valido a tinta. Muito obrigado.

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  8. Olá Moacir, Você é o meu melhor guia turístico. Porque com suas belas letras e fotos, eu que nunca estive em Barcelona, é como se lá tivesse estado. Continue contando que certamente estarei e estaremos lendo e viajando! Até mais.

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    1. Moacir Pimentel13/06/2017 08:26

      Caríssima Donana,
      Abaixo os guias "sabichões" e os roteiros metidos à besta e os apps de viagem compactos e os Google maps emburrecentes! Mas viajar é preciso!
      E então torço com vontade absoluta para que as nossas "conversas" e viagens sejam muitas e por loooongas estradas.
      "Até mais"

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